31 produtos da infância dos cinquentões

Oi Gente

Estamos próximos a comemorar mais um Dia das Crianças e resolvi relembrar um pouco dessa época, onde nós cinquentões, vivenciamos momentos de nossa infância, com os brinquedos que, possivelmente, ainda guardamos em nossas lembranças.   Saiba um pouco por aqui…

Resolvi fazer esse post, para nós que já passamos dos cinquenta anos poder recordar um pouco e, ainda,  para aqueles mais novos terem o conhecimento dos produtos que fizeram parte da infância de seus pais ou seus avós.

É interessante verificar, quando recebo pacientes em meu consultório, principalmente os mais jovens, não saberem muito sobre a história de suas famílias. Talvez pela falta de tempo e dialogo que vão se perdendo, em função dos meios tecnológicos atuais.

As histórias de nossas famílias, quando não contadas, vão se perdendo e, vale lembrar, como essas informações são importantes para as novas gerações.

Os pacientes em análise tem esse privilégio de ter o tempo para irem até seus pais, tios e avós buscarem informações sobre a sua história de vida. É preciso contar aos mais novos histórias de seus antepassados. Afinal fomos constituídos dentro de contextos familiares e aqueles que estiveram próximos das crianças tiveram muito influência no adulto que são hoje.

Alguns dos brinquedos que fizeram parte da nossa infância

Dizem que uma imagem fala mais que mil palavras.  Mas por em palavras essas imagens é muito interessante. É incrível como cada foto que você verá abaixo, provavelmente, te remeterá as suas histórias. Então esse post é um convite a viver um pouco de nostalgia. (kkk) Vou  trazer 30 produtos que me recordo, começando pelos brinquedos. 

Quem teve irmãos, é natural se lembrar dos brinquedos dos maninhos, principalmente quando esses chegavam no Natal.

Caso queiram comentar algo sobre suas lembranças nesse post, é só deixar nos comentários abaixo ok?

Alguns Brinquedos 

A foto acima faz me lembrar até a embalagem onde esse joguinho chegou em minhas mãos. O meu era cor de rosa. E você, também brincou com um desses?

Tive um desses na cor azul. Nossa que demais o fato dele poder fazer xixi, após tomar água nessa mamadeira e ali nós desenvolvíamos a criatividade e a preparação para maternidade no futuro.

Essas eram as fofoletes se eu não me engano, vinham em umas caixinhas pequenas e fazíamos coleção. Me corrijam se estou errada.

O famoso Feijãozinho. Tenho o meu até hoje ainda, porém vestido de papai noel. Gente como era gostoso apertar a barriguinha e ver que era todo molinho. Acho a carinha dele uma graça até hoje. Me lembro que tive dois, pois a Estrela ia lançando vários tipos. Por que vamos falar a verdade, tem uns brinquedos que são assustadores. kkk

Me lembro dessas bonequinhas, mas juro me esqueci o nome.  Mas passou lá em casa também.

Nossa essas bonequinhas da coleção moranguinho eu simplesmente amava, eram muito fofas, com as roupinhas e cabelos todos diferentes uma das outras. Tive uma coleção e enfeitava uma prateleira no meu quarto. Que saudades.

As bonecas Susi, as mais queridas da nossa época.

A Susi talvez seja uma versão mais antiga da Barbie, pois ela já tinha as opções de várias trocas de roupinhas, que se comprava cartelas. Mas, me lembro que, naquela época, qualquer retalho de tecido servia de divertimento para usar nossa criatividade na confecção das roupas de nossas bonecas.

A famosa galinha que botava os ovinhos, bastando apenas apertar as suas costas. kkk

Que delícia sentar com os amigos e jogar os dadinhos para percorrer as casas nesse jogo.

Com poucas opções de peças, conseguíamos nos divertir criando vários tipos de construções. A criatividade fazia parte sempre das brincadeiras, com as poucas opções que se tinha se comparado com o número de brinquedos que apresentam hoje no mercado.

Nossa quem não ficava com os braços roxos com esse brinquedo?

Alguns dos nossos brinquedos são atemporais, como o jogo de palitos, por exemplo. 

Nossa como brinquei de banco imobiliário e esse os meus filhos também brincaram.

Embora os cinquentões de hoje em dia já tivessem acesso a diferentes tipos de produtos destinados as crianças, é claro que não se compara com as opções existentes hoje, o que vale dizer que grande parte dos produtos daquela época estava presente na casa de quase todas as famílias. Isso faz com que essas lembranças possam ser compartilhadas de uma forma em que os cinquentões possam falar e, talvez, reviver um pouco da infância de cada um.

A famosa cartilha de alfabetização. É interessante lembrá-la e, por incrível que pareça, tem algumas lições que ficaram gravadas na nossa memória, bem como a imagem da querida professora que foi a responsável pela nossa alfabetização. 

Que delícia lembrar quando comprava esse mini chicletes. Me lembro até mesmo o local da minha infância, onde tinha o costume de parar na ida para a escola e comprar um pacotinho desses.

Tomei muito Ki-Suco e a minha preferencia era pelo sabor de uva. Junto a esse produto, me veio a lembrança, também, de um saquinho com suco de uva dentro, se não me falha a lembrança era chamado de Saci e tinha um canudinho junto. Gostava de comprar no recreio da escola e comer com uma pizza frita. kkk

Os famosos caramelos da Nestlé. Esse me fez lembrar dos matinês, onde ia assistir Tom e Jerry e lá comprava esses famosos caramelos.

Olhando essa foto da Grapette, fico imaginando falar sobre esse nome para meus filhos kkk O que será que eles pensariam sobre o nome de grapette?

Uma crush bem geladinha, era tudo de bom.

Nossa gente, sobre essas canetinhas sylvapen tenho uma história triste a respeito, se pensar na idade que tinha na época. Veja bem, depois de pedir muito para os meus pais comprar esse estojo de canetinhas, pois naquela época, era costume pedir e esperar para se ter aquilo que queríamos, chegou enfim o tão esperado dia de poder ir na escola com as novas canetinhas. 

Durante o recreio, me lembro que deixei as canetinhas sobre a carteira e, para minha decepção, na volta elas não estavam mais lá. O interessante é que eu vi na carteira de outra criança, na época e, quando fui perguntar se não era a minha, simplesmente recebi a resposta que não. A menina me disse que a mãe dela também tinha comprado uma para ela. Falei com a professora e, diante do inconveniente, nada foi feito e voltei para casa frustrada sem o meu jogo de caneta.

Mas, o interessante que essas cenas da infância que nos frustram ficam sim marcadas em nossa memória. Hoje, já com mais de 50 anos, já me aconteceu de encontrar essa menina e, quando cruzamos os olhares, ela ainda desvia do meu, pois é como eu dissesse a ela: Você não me engana, eu sei que foi você quem “roubou”as minhas canetinhas. Hoje dou risada sobre essa história, mas confesso que na época, isso me deixou muito triste e injustiçada.

Acredite se quiser, mas somos dessa época em que o incentivo a fumar já começava na infância. Quem não se lembra desses famosos cigarrinhos de chocolate que a gente comia fazendo o mesmo gesto de fumante. E adivinha se mais tarde, não me tornei uma fumante. Até porque, nós que passamos dos cinquenta, sabemos bem como era fumar na nossa juventude. Fumava-se por todos os lados, na faculdade durante as aulas, era aquela fumaça por todo o lado. Os professores com um giz na mão e o cigarro em outra. Sem falar que dentro do avião, também, havia os lugares reservados para os fumantes, geralmente na parte traseira da aeronave. 

A pipoquinha que mais lembrava um arroz.

Essa é do meu tempo do pré-primário. A famosa lancheira que ia com K-suco e os lanchinhos ao lado, geralmente um pedaço de bolo, ou fatia de pão feito em casa com doce de abóbora ou, ainda, um simples pão com manteiga. Isso era o ano de 1967.

Era bem assim, esses docinhos que mais lembravam a remédio.

Esses palitinhos dos sorvetes kibon. Como gostava do sorvete chica-bom.

 

Esse chocalho me lembro bem do meu irmão mais novo, hoje com 54 anos, que tinha um em casa e brincava com ele.

O Guaraná Antartica me traz lembranças das viagens que fazia em família de trem. O guaraná Antartica e as maçãs argentinas bem vermelhas, embrulhadas em um papel roxo, onde havia o costume de limpá-la com o próprio papel. kkkk e pensar que o papel era cheio de agrotóxicos para a proteção das maças. Somos sobreviventes de tanta coisa errada…

Meu pai era ferroviário e meu avô era chamado de chefe de trem.

Que delicia de viagens, pois viajávamos de cabine toda a família e, quando íamos na casa da avó, com idade mais ou menos de 8 a 10 anos, já nos permitiam viajar sozinhos  de uma cidade pequena a outra com os primos. Entrávamos em uma estação, passava umas duas cidades e já chegávamos na casa dos tios. Saudades da infância.

O brinquedo que se mexia e desmontava a vaquinha. Que saudades…

Desse sorvete de maria-mole, confesso que não gostava. O que me interessava mesmo era a pequena bexiga que vinha em cada um deles.

Os deliciosos chocolate ao leite da nestlé que até hoje curto. Me lembro daquele que era umas moedas amarelas embrulhadas.

Enfim gente, esse post foi só para recordar que nós cinquentões também já tivemos nossa infância e hoje, pelo menos uma boa parte de quem já passou dos 50 anos, estão tendo que aprender com os netos a conhecer a infinidade de opções de brinquedos que estão no mercado.

Eu, como uma nova vovó do Pedro de apenas 3 meses, estou tendo que me reciclar quanto aos produtos dessa nova geração. 

Já fiz um post aqui com brinquedos para o dia das crianças com custo mínimo e, também uma dica para levar as crianças passear nesse dia, em Londrina.

E você brincou ou se lembrou de alguns desses brinquedos?

Um bom Dia da Criança para todas as nossas crianças e, que cada uma delas, possa estar sempre rodeadas de pessoas que as tratem bem. Que elas possam viver sua infância da melhor forma possível.

Era isso por hoje.

Obrigada pela sua visita. Você é sempre bem vindo (a) por aqui.

Um abraço.