História e coincidências que acontecem na vida de todos nós

Oi Gente

Hoje vim aqui para contar uma entre tantas histórias que a vida da gente vai nos apresentando. Mas essa como foi recente, resolvi falar aqui no blog e dividir com você.

 

Quando a gente vai passando dos 30 anos, na grande maioria das pessoas,  começam a aparecer os primeiros fios de cabelos brancos e com isso, embora muitos neguem, de certa forma eles começam sim a incomodar.  Talvez não pela idade ou pela cor  mas é que além de ficar ali chamando a atenção entre os outros fios de cabelos, eles são rebeldes e teimosos e muitas vezes adoram se destacar mais que os outros. Primeiramente você ou a maioria de vocês tentam tirar um fio aqui e outro ali, mas chega uma hora que isso já não resolve e você tem que tomar mais uma das inúmeras decisões que a vida nos apresenta a todo instante.

Embora essa decisão seja uma das mais simples, pode se dizer assim, uma vez tomada é difícil de revertê-la. Ai você pensa: vou começar ou não a pintar os cabelos? Embora hoje em dia, a questão pintar o cabelo, já não tem muito a ver com esse fato do aparecimento dos primeiros fios brancos  e sim com o estilo de cada um. Eles (as) ainda não sabem que um dia, isso vai vai ter momentos que o que era prazer vira uma obrigação e muitas vezes das chatas.

Mas, enfim, quando chega o momento que você realmente pinta o cabelo por necessidade e não mais por opção, pelo menos para mim,  me sinto assim como que perdendo um tempo que eu poderia aproveitar de outra maneira que me agradasse mais. Ai você me pergunta: por que vai pintar então? Já te respondo: Porque quando se olha no espelho e aqueles fios brancos teimosos começam a aparecer, fala sério é díficil não ficar com uma sensação pior do que perder o tempo para pintar. Enfim, você analisa o custo x benefício e acabo escolhendo em pintar o cabelo.

Mas como em todas as experiências de nossa vida que passamos, seja elas simples ou difíceis, a gente sabe que poderia ser pior, você vai aceitando e levando de boa.  Acredito que, principalmente para as mulheres, essa experiência não é lá tão boa. Mas acredito que perder os cabelos com certeza é bem pior do que somente ficarem brancos.

Sempre brinco com essa história de ir ao cabeleireiro, as vezes queria ser uma pessoa invisível para estar em um salão no final da tarde de mais um dia. Imagino o que se passa, o que se ouve, o que se ri, o que se fofoca, e essas coisas de salão de beleza que a gente tem mil histórias para contar.

Em uma dessas idas ao cabeleireiro foi interessante, porque geralmente levo algo para ler enquanto a danada da tinta reage, e comecei a escutar umas músicas lindas e sabe aquela voz foi me chamando a atenção, até ao ponto que parei de ler e comecei a escutar o CD.

Como sou curiosa, logo perguntei ao meu cabeleireiro de quem era o CD que estava tocando. E foi engraçado, porque ele disse é de uma pessoa que está aqui no salão. E eu disse: Como assim?

Ai ele chamou a pessoa e me apresentou a qual eu tive o maior prazer em conhecê-la e, lógico acabei ganhando  um CD dela que vive em meu carro, pois curti de verdade a voz dela.

O nome dela é Klér Amaral. Possivelmente se você é de Londrina, já deve ter visto ela cantar, no R2 e em mais um barzinho que eu esqueci o nome agora. Então gente, apesar de eu conhecer o R2 que é um barzinho muito legal aqui em Londrina, que serve uns aperitivos bacanas e os donos são os cantores Rodrigo e Rogério, vou muito de vez em quando lá, mas quero ir lá em algum dia que a Kler Amaral for cantar por lá.

Ela retornou de São Paulo a pouco tempo e está de volta a nossa cidade, cantando por aqui. Se você já a conhece sabe do que estou falando e para aqueles que não a conhece. Tente ouvir alguma música ou CD dela. No Youtube tem algum trabalho dela. Não sei se irão concordar comigo, pois não sou nenhuma crítica de música ou jurada, sou apenas uma ouvinte e para os meus ouvidos, adorei a voz dela.  É gente da nossa terra que devemos sim valorizar e apreciar.

Era isso por hoje.

Obrigada pela visita. Você é sempre bem vindo(a) por aqui.

Um abraço.