Death Valley – O incrível Vale da Morte nos EUA

Oi Gente
O post de hoje é sobre esse lugar nos EUA, chamado Death Valley National Park, traduzido para a nossa língua como Vale da Morte.  Saiba um pouco sobre essa experiência por aqui…

Viajamos com toda a família pelos Estados Unidos, o qual foi uma experiência incrível, onde tivemos a oportunidade de conhecer vários locais, os quais venho aqui no blog dividir com você.

Passar por esse lugar, essa estrada foi, sem dúvida, um dos lugares que deixaram algumas marcas na minha história. 

Primeiramente, caso você queira passar por essa estrada certifique-se que seu carro esteja em perfeitas condições, pois você estará entrando literalmente em uma estrada deserta, daquelas que se tem a impressão que é o fim do mundo e não existe mais ninguém a não ser você mesmo(a).

Praticamente não se cruza carros por aqui. Você tem a sensação de estar dentro daqueles filmes, onde de repente aparece alguns galhos voando sozinhos com areias fininhas, e não tem como você não pensar nesse momento nos fantasmas, daqueles que a gente traz na memória desde criança.

Esse parque está localizado no deserto de Mojave, que é o nome dado a parte mais alta do Deserto da California. O nome desse deserto é devido a grande quantidade de cobras com esse nome, parecidas com a Cascavel.

O lugar é conhecimento, também,  como o cemitério dos aviões a jato, onde os mesmos são aqui colocados quando em fora de uso. De repente você olha para frente e percebe que é você, um carro e um deserto a sua frente.
 
O clima aqui é extremamente quente em outras estações, mas não no inverno, como foi o nosso caso. Pelo contrário, estava muito frio e pensa em um vento ou melhor uma ventania.
 
Esse nome de Vale da Morte é devido aos garimpeiros que por aqui andavam, quando em busca de ouro, alguns deles não voltariam mais para casa. Morriam pelo fato de não ter as mínimas condições para sobreviver,  devido ao isolamento do lugar.
 E de repente do nada, surge esse animal, o qual acredito que é da família dos lobos. Tudo é muito rústico por aqui, como se a gente voltasse no tempo. São lugares como esses que acredito que vale a pena conhecer, até porque difere daquilo que estamos acostumados no nosso dia-a-dia.
 
No meio da estrada encontra-se um local onde  conta um pouco sobre a época da exploração do outro, no período de 1883 a 1888.
A localização desse Parque fica entre os estados americanos da Califórnia e de Nevada. Essa área é protegida e foi proclamada como monumento nacional desde 1933. É um lugar para quem gosta de desafios e também por aqueles que curtem desbravar lugares com moto, porém é necessário um bom equipamento e suprimentos para fazer as trilhas.
 
Sobre o Death Valley
Death Valley (Vale da Morte) também contem salinas. De acordo com o consenso geológico atual, em várias épocas durante o meio da era do Pleistocene (“época geológica na história da Terra que, segundo muitos geólogos, começou há cerca de 1.750.000 anos e terminou aproximadamente há dez mil anos. A época plistoceno abrangeu um período chamado Idade do Gelo, quando várias camadas de gelo cobriram vastas regiões da Terra. Antropólogos crêem que o ser humano primitivo começou gradualmente a evoluir para a forma atual durante o Plistoceno”), os lagos interiores (consultados coletivamente como o lago Manly) formaram o Death Valley.
“O lago Manly recebeu a água que transborda de uma corrente de outros lagos Pleistocene, a maioria de que são agora lagos secos. Como a área virou deserto, a água evaporou, deixando a abundância de sais evaporíticos como os sais comuns de sódio e bórax, que mais tarde forma explorados durante a história moderna da região, principalmente entre 1883 a 1907.”
Bem no meio da estrada avistamos alguns carros parados e encontramos um grupo de turistas japoneses que estavam em excursão, porém estavam vindo em sentido contrário ao nosso. Aqui é um dos pontos onde os turistas param para fotografar, pois a vista do deserto é muito ampla.
Como pode um sol que era difícil de ficar sem óculos escuros, até devido a claridade da areia e um frio incalculável.

Chegamos ao final do Death Valley.

 Ao final da estrada há um restaurante muito legal e típico da região, vale a pena conferir.  Só para se ter uma ideia,  a temperatura mais alta registrada no planeta foi por aqui, em 10 de julho de 1913, de 56,7 graus.
 
O lugar venta muito gente, mas é muito interessante. É aquele tipo de passeio que fica marcado, pois é como se fosse uma verdadeira aventura.
 
 Outro detalhe que observei nas viagens aos EUA, além da variedade e diferentes realidades para se conhecer, é como cada região faz questão de ter sua identidade e divulgar o seu estado. As placas dos carros trazem além dos números sempre uma frase que marca o que cada estado oferece. Muito legal isso. São ideias que poderiam ser incorporadas aqui no Brasil.
 
Enfim, embora o nome do Parque pareça ser sinistro, o incrível Vale da Morte vale muito a pena conhecer. Digo incrível pelo fato da viagem, além da riqueza das paisagens desérticas que se vê por lá, você poder sentir a sensação  de estar literalmente só em um lugar, onde parece que a estrada não tem fim. Um sensação que está no fim do mundo. 
 
Se você tem vontade de ir e fazer esse passeio, vá pois vale muito a pena. As fotos jamais conseguirão transmitir as sensações que é estar presente em lugares como esse. Fazendo uma comparação é a mesma coisa que ouvir uma música e participar de um show do seu cantor preferido. 
 
Era isso por hoje gente.
Obrigada pela visita. Você é sempre bem vindo(a) por aqui.
Um abraço.
 Referências:
https://en.wikipedia.org/wiki/Death_Valley